GEDHIDAM disponibiliza os Anais do VII Ser Negro no Marajó (2023)
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O Grupo de Estudos e Pesquisa em Direitos Humanos, Infâncias e Diversidade na Amazônia (GEDHIDAM) disponibiliza à comunidade acadêmica e à sociedade os Anais do VII Ser Negro no Marajó (2023), reunindo produções que expressam o compromisso com o enfrentamento ao racismo, às desigualdades sociais e à valorização dos saberes amazônicos. Esta publicação marca a primeira edição dos anais do evento, consolidando um percurso coletivo construído ao longo de nove anos do Ser Negro no Marajó e abrindo caminho para a continuidade das produções nas edições seguintes. Realizado em 2023, o evento teve como tema “Território e as histórias das sujeitas e sujeitos da Amazônia marajoara”, centrando o debate nas trajetórias de vida que constroem e reconstroem o território, a partir de suas existências africanas, indígenas e também judaicas. Como parte de sua metodologia, o evento se organiza em uma semana de atividades articuladas em diferentes espaços e instituições, envolvendo mulheres, homens, crianças e adolescentes que circulam pela universidade, escolas públicas e equipamentos da assistência social em Breves e em municípios como Cametá, Igarapé-Miri, Portel e Melgaço. As atividades configuraram-se como encontros dialógicos e interdisciplinares, orientados pela perspectiva de fortalecimento político da população marajoara. Parte-se do entendimento de que o diálogo do Serviço Social com outras áreas do conhecimento é condição necessária para a análise crítica da realidade, especialmente em um território cuja população é majoritariamente negra. O GEDHIDAM, desdobramento do Programa Direitos Humanos, Infâncias e Diversidade no Arquipélago do Marajó (DHIDAM), articula, desde 2017, ações de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da Faculdade de Serviço Social da UFPA – Campus Marajó/Breves. A publicação reúne trabalhos acadêmicos, relatos de experiência e reflexões críticas produzidas por estudantes, pesquisadoras(es), profissionais e sujeitos coletivos comprometidos com a produção de conhecimento situado. Entre os temas abordados, destacam-se: 📚 relações étnico-raciais e racismo estrutural A iniciativa reafirma a importância da produção acadêmica situada na Amazônia, fortalecendo espaços de visibilização das experiências, pesquisas e lutas que emergem do arquipélago do Marajó..
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